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apadrinhamento directo

por Vitor Barata e Ir. Rosa Tique       

http://apadrinhamento.webs.com

              

 
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"There are so many injustices in the world. But rather than waste my energy being frustrated... I find motivation knowing that my time and voice can make a difference, even a small one." – Megan Ferreira, Oxfam volunteer, San Francisco, CA

 

 

 

 

 

 

1 Apadrinhamento directo: funcionamento

1.1 Apresentação geral

O “apadrinhamento directo” procura ser um meio de lhe permitir um gesto de cidadania mais global, apoiando directamente uma criança órfã ou em situação de vulnerabilidade em Moçambique. (http://apadrinhamento.webs.com).

Actualmente existem já bastantes opções de apadrinhamento de crianças através de organizações e associações, nacionais e internacionais.

Alternativamente, poderá optar por apadrinhar "directamente" uma criança ou família carenciada, sem passar por quaisquer organizações intermediárias, com funcionários, custos de funcionamento, pessoal, despesas de instalações, etc.

Nesse caso, existe um voluntário em Moçambique que se propõe mediar esse apadrinhamento pessoalmente, aplicando directamente e localmente os donativos monetários transferidos por si, que apadrinha a criança.

A par do apadrinhamento de uma criança também pode solidarizar-se com iniciativas mais abrangentes de apoio à população em geral, como reabilitação e construção de salas de aulas, construção de latrinas em hospitais e escolas, implementação e reparação de bombas de água manuais para a população, etc. Veja mais informações sobre estas iniciativas de apoio a necessidades básicas da população de Invinha, e outras localidades deste distrito do Gurué.

1.2 Localização das crianças beneficiadas

As crianças apoiadas vivem em duas zonas, o que corresponde a duas modalidades de apoio. Ambas são no distrito de Gurué, província da Zambézia, a norte de Moçambique, que é uma zona relativamente mais subdesenvolvida e pobre neste país.

1.2.1 Invinha/Mepariua

As localidades de Invinha e Mepariua situam-se a 15 e 20 km a sul da cidade do Gurué, numa zona rural, onde a população camponesa de modo muito rudimentar vive em palhotas, relativamente dispersas na floresta.

As crianças a apoiadas são todas órfãs de pai e algumas são órfãs de pai também, sendo sustentadas pela avó materna. Nalguns casos os pais faleceram devido ao HIV/Sida. As crianças vivem nas palhotas das suas famílias. O seu donativo irá permitir que sejam comprados bens essenciais, tais como alimentos, roupa e material escolar, que serão entregues directamente nos seus lares. Conforme possível, serão enviadas fotografias dessa entrega regular de bens, assim como notícias, fotos e contabilidade relacionadas com o apoio à criança apadrinhada por si.

1.2.2 Orfanato “Lar Arco-Íris”

O orfanato Lar Arco-Íris (http://lararcoiris.no.sapo.pt) acolhe cerca de 30 crianças órfãs e em situação de vulnerabilidade. Localiza-se na cidade do Gurué, 15 km a norte da localidade de Invinha. Devido à crise económica mundial, o Lar Arco-Íris perdeu os dois apoios internacionais que tinha. As Irmãs responsáveis pelo Lar Arco-Íris também trabalham em escolas do estado como professoras no ensino primário. Elas oferecem o seu próprio salário ao Lar Arco-Íris, para tentar sustentar estas crianças, que, evidentemente, não pagam nada para aqui viver.

Graças ao “apadrinhamento directo” é possível ajudar o Lar Arco-Íris nas despesas com as crianças acolhidas. O seu donativo irá ser entregue directamente e “em mão” à Ir. Assucena que se responsabilizará pela sua aplicação em benefício da sua criança apadrinhada. Conforme possível, serão enviadas fotos dessa entrega, assim como fotos e notícias da criança apadrinhada.

1.2.3 Mapa da localização das famílias apoiadas

Neste mapa: http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&hl=pt-PT&msa=0&msid=116664588536963832448.000476fdc7ce9d27e2b5b&t=h&z=11 poderá ver onde se localizam os lares das crianças apadrinhadas, nomeadamente das que vivem em Invinha e Mepariua. Para ver a Localização do Lar Arco-Íris, terá de fazer reduzir a ampliação do mapa, (com a roda do rato), e/ou deslocar o mapa para noroeste.

Tocando com o rato nos marcadores azuis obterá as informações das crianças apoiadas que aí residem.

1.3 Relação Madrinha/Padrinho – Afilhada/o

O “apadrinhamento directo” tenta “aproximar” a madrinha/padrinho da sua afilhada/o no seu gesto de carinho e solidariedade, melhorando as suas condições de vida, através da aplicação dos donativos monetários (ou materiais) oferecidos por si e trocando fotos, cartas e notícias via correio electrónico.

1.4 Donativos monetários

Dada a longa distância que separa a madrinha/padrinho da sua afilhada/o, é evidente que o modo mais prático, económico, rápido e seguro de enviar os donativos é por transferência ou depósito bancário. Os donativos recebidos são integralmente aplicados no apoio à criança apadrinhada por si.

1.4.1 Como enviar o donativo

O donativo poderá ser depositado ou transferido para a conta em Portugal, para reduzir os custos que teria uma transferência bancária internacional do seu donativo para Moçambique. Trimestralmente os donativos são transferidos para Moçambique, em conjunto, reduz as despesas a um valor mínimo.

1.4.2 Dados das contas bancárias

Nome:
Banco: MILLENNIUM-BCP – Vila de Rei, Portugal
NIB: 0033 0000 4529 4364 9530 5
IBAN: PT-50 0033 0000 4529 4364 9530 5
SWIFT: BCOMPTPL

Nome:
Banco: MILLENNIUM-BIM – Gurué, Zambézia, Moçambique
CONTA: 110879634
NIB: 000100000011087963457
IBAN: MZ-59 000100000011087963457
SWIFT: BIMOMZMX

1.4.3 Devolução dos donativos

Enquanto os seus donativos não forem aplicados, eles pertencem a si, e eu responsabilizo-me por os guardar até serem aplicados. Caso seja solicitado, eu poderei devolvê-los a si, desde que ainda não tenham sido aplicados com o seu afilhado/a.

1.4.4 Aplicação dos donativos, Contabilidade, Fotos das entregas

No caso das crianças de Invinha e Mepariua, os bens essenciais comprados são fotografados no acto da entrega. No caso das crianças do Lar Arco-Íris, os donativos monetários são fotografados no acto da entrega à Ir. Assucena, responsável pelo orfanato.

Além das fotografias, receberá via correio electrónico a sua contabilidade. A sua contabilidade é enviada sempre que for actualizada com os seus donativos ou com as despesas efectuadas.

1.4.5 Periodicidade do donativo vs gestão do saldo

O envio da sua contabilidade de apadrinhamento tem várias vantagens. Além de dar grande transparência à aplicação dos seus donativos, também lhe permitirá gerir o seu envio de donativos. Assim, se vir que o seu saldo ainda é suficiente, poderá adiar o envio habitual do seu donativo, ou vice-versa. Deste modo, é o padrinho que gere a regularidade e o montante dos donativos enviados, livremente.

Não há qualquer obrigação no envio de donativos. Apenas se informa que as despesas mensais habituais, para adquirir os bens essenciais necessários a cada criança, situam-se entre 30 a 50 euros, em média.

1.5 Donativos materiais

Relativamente ao envio de donativos materiais, frequentemente os custos do envio tornam esta opção economicamente ineficiente. Por outro lado, o tempo de entrega é de um a dois meses. Embora os extravios possam acontecer, o facto é que tudo o que as madrinhas enviaram até hoje chegou tudo e em condições. É inquestionável, porém, a alegria da criança ao receber uma encomenda directamente enviada pelo padrinho, e gratificante para o padrinho ver a criança com os objectos que pessoalmente escolheu e lhe enviou. Já testemunhei isso e, apesar de tudo, muitos padrinhos fazem mesmo questão em enviar via CTT.

Nesse caso, o endereço postal a usar é:
Ir. Laura Duce
Convento da Missão de S. José de Lhanguene,
Av. do Trabalho, Bairro de Chamanculo-C,
Maputo, Moçambique.

Se conseguir algum portador que viaje para Maputo, seria muito melhor pois reduzia alguns dos inconvenientes referidos.

Outros contactos úteis do Convento em Maputo:
Celular: +258.827230399 (Ir. Laura);
Telefone fixo: +258.21404770
Fax: +258.21400277
Internet: http://psfassis.com.sapo.pt 

Observação: Além de escrever o endereço, é necessário que escreva igualmente (e bem visível), mas noutro local da caixa dessa encomenda, em letras grandes e legíveis, que a encomenda “ao cuidado de Vítor Barata, Gurué – Invinha”.

O processo ainda tem mais algumas particularidades: As encomendas chegam à capital, Maputo. Mas o Invinha, no distrito do Gurué, fica no interior norte do país, 1800 km a norte de Maputo (o endereço indicado acima). Consequentemente, depois da chegada a Maputo, as Irmãs irão esperar até que haja alguma Irmã (ou outra pessoa de confiança) que viaje de avião é até Quelimane (e que tenha pouca bagagem no porão, para não pagar excesso de peso). Depois, espera-se que alguma Irmã viaje de carro nos restantes 350 km, até ao Invinha, pois fica no interior norte do país, sem voos domésticos regulares.

1.6 Troca de fotos, notícias e correspondência

Sempre que possível enviam-se fotos e notícias da criança apadrinhada, tanto nas entregas de donativos como em outras visitas efectuadas. Ocasionalmente poderão trocar-se cartas ou desenhos feitos pela criança apoiada.

Os desenhos ou cartas feitas pela criança apadrinhada são fotografados e enviados via correio electrónico.

As cartas ou fotos da madrinha ou padrinho são impressos e entregues. Tenta-se também fotografar a criança recebendo a carta ou foto que lhe foi enviada.

1.7 Escolha da criança que deseja apoiar

A criança que a madrinha ou (o padrinho) irá apoiar depender das situações existentes, como é evidente, e que ainda não tenham sido apadrinhadas. Possivelmente irá receber os dados de duas ou mais crianças, para poder indicar qual irá apadrinhar.

2 Enquadramento e história

2.1 Apresentação do local onde se realiza este trabalho

Esta missão católica, onde me encontro, localiza-se no interior rural do norte de Moçambique, mais precisamente na localidade de Invinha, distrito do Gurué, Província da Zambézia, que é onde trabalho como voluntário (poderá obter mais informações no site http://psfassis.com.sapo.pt/peraimundoabeirao.html).

O "apadrinhamento directo" iniciou-se com a colaboração da Irmã Rosa Tique, que é uma freira da Congregação das Irmã Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição (http://www.confhic.com), e exerce as funções de enfermeira aqui no Centro de Saúde do Invinha. Ela ajuda-me, principalmente, na selecção dos casos mais necessitados, mas também noutras tarefas, ocasionalmente.

Esta congregação, CONFHIC, foi fundada em Lisboa no final do século XIX e actualmente tem missões em quatro continentes, trabalhando em Moçambique deste 1922, “fazendo o bem onde houver o bem a fazer”. Concretamente, esta Missão da CONFHIC aqui no Invinha, (no interior norte de Moçambique), foi fundada em 1958.

2.2 A motivação para esta iniciativa

Trabalhando aqui no Invinha desde Janeiro de 2006, estando envolvido numa situação de pobreza e subdesenvolvimento generalizados, não consegui ficar indiferente. Porém, senti, evidentemente a falta de meios para dar algum apoio concreto, principalmente às muitas crianças órfãs e vulneráveis, pobres vítimas inocentes desta realidade, estando muitas desamparadas, ou em situações de quase abandono ou deficiente apoio devido a já não terem pais. Através do "apadrinhamento directo" foi possível ajudar concretamente estas crianças órfãs e vulneráveis, nas suas necessidades básicas, graças aos donativos enviados pela madrinha ou padrinho respectivos.

2.3 Como tudo começou

Em Novembro de 2008, uma pessoa da minha família, minha prima, residente em Portugal, perguntou-me ser seria possível apadrinhar directamente uma criança daqui, do Invinha, através de mim, em vez de recorrer a uma organização de apadrinhamento. Eu aceitei, e comecei a aplicar os donativos que me enviava, por transferência bancária, e enviava-lhe fotografias das entregas dos bens assim adquiridos. O satisfação e entusiasmo da minha prima levou-a a convidar colegas, e assim, sucessivamente, o número de madrinhas e padrinhos foi crescendo, até que actualmente, já ultrapassam as quatro dezenas. Desde o início, esta iniciativa foi acompanhada pela indispensável colaboração da Ir. Rosa, uma freira enfermeira que trabalha nesta Missão. Mais tarde, em finais de 2009, comecei a apadrinhar crianças do orfanato "Lar Arco-Íris", dado que este orfanato sofre de falta de apoios, devido à crise económica mundial.

3 Quem realiza este trabalho

3.1 Recursos Humanos e Materiais

Não existem absolutamente quaisquer funcionários, nem salários, nem despesas de funcionamento inerentes às organizações ou associações. Claro que este trabalho só é possível graças ao trabalho ser todo voluntário e totalmente gratuito. Além disso, todos os meios indispensáveis, (computador, Internet, carro, instalações, etc., são emprestados por estas Irmãs da CONFHIC, e pertencem a a esta sua obra social.

3.2 O trabalho voluntário no terreno

O trabalho do "apadrinhamento directo", envolve vários tipos de tarefas, todas realizadas por um só voluntário:
 - Visitas às crianças apadrinhadas, para apurar as necessidades básicas concretas e actuais no local das palhotas onde residem (a dificuldade é acrescida pois localizam-se a distâncias de 6 a 15 km por caminhos de terra, numa região de elevada pluviosidade)
 - Depois organizar listas de compras, viajar à cidade do Gurué para efectuar as compras, preparar as compras, e entregar esses bens, comprados com os donativos enviados por cada padrinho, à respectiva criança apoiada.
 - A entrega de bens e todas as visitas são fotografadas, e são enviadas as fotos à madrinha (ou padrinho).
 - São elaboradas apresentações de slides em PowerPoint, utilizando as fotografias sobre o apoio a criança apoiada.
 - É feita e enviada regularmente uma contabilidade em Excel, onde se creditam os donativos recebidos e se debitam as despesas efectuadas com os bens adquiridos e entregues à sua criança apadrinhada, de modo a apurar o saldo do seu apadrinhamento.
 - Os donativos recebidos são processados, sendo enviados os comprovativos do extracto onde foi creditado o donativo sob a forma de Pdf e o ficheiro Excel com a contabilidade de apadrinhamento actualizada.
 - Trimestralmente é efectuada a transferência conjunta de donativos, Portugal - Moçambique, o que torna o processo mais económico.
 - É efectuada a troca de correspondência via correio electrónico com cada um dos 40 padrinhos e madrinhas.
 - São preparados os apadrinhamentos de novas crianças em situação de vulnerabilidade, necessitando de apoio, preparando fotografias, fichas e dados.
 - São respondidos os pedidos de apadrinhamento, e criadas as respectivas fichas e dados de apadrinhamento.
 - Criação e manutenção da presença na Internet, através do site, blog, twitter, facebook, etc.

3.3 Apelo à sua compreensão pelas limitações/atrasos

Actualmente o trabalho (referido acima) é totalmente feito por apenas uma única pessoa, estando aqui no Invinha, no local onde residem as crianças.
A minha capacidade é limitada, pois, além deste trabalho voluntário, colaboro na obra social das Irmãs que é o Lar dos Rapazes de Invinha, e tenho o emprego de administrativo na escola secundária das Irmãs.
As condições de trabalho aqui não são as que estamos habituados. As vias de comunicação são caminhos de montanha geralmente lamacentos devido à elevada pluviosidade. A energia eléctrica chega a muito poucos locais, e está frequentemente com cortes que dificultam o trabalho ao computador, por exemplo. Não existe telefone por fios e o sinal de telemóvel é quase inexistente. Principal forma de comunicação é através de um sistema de telefone para zonas rurais subdesenvolvidas denominado "fixo-sem-fios" este sistema é muito limitado, pois o sinal é enfraquecido por atravessar montanhas a uma distância de 15 km. Este sistema de telefone é que nos permite ter também um rudimentar serviço de internet, semelhante aos sistemas primitivos "dial-up", mas está sempre a cair, e por vezes passamos dias sem conseguir aceder Internet, o requer a compreensão de padrinhos e madrinhas.

3.3 Informações pessoais

Comecei como voluntário em Moçambique através da "Equipa de África" em Agosto de 2001:
http://equipadeafrica.notlong.com  no orfanato das Irmãs da CONFHIC, em Maputo: http://casamariaclara.no.sapo.pt

Em 2004 trabalhei no realojamento em Mumemo da CONFHIC, em Moçambique, das vítimas das cheias de Chamanculo-C, Maputo:
http://mumemo.no.sapo.pt 

Houve um assalto em Mumemo em 28 de Novembro de 2004 e fui baleado:
http://www.freewebs.com/mujovo/ 

A minha página pessoal é:
http://pessoa.fct.unl.pt/vmb10292/    

Em Janeiro de 2006 a Catarina Furtado, na série "Príncipes do Nada" da RTP realizou uma reportagem em Mumemo, entrevistando-me a mim e à Irmã Susana, tendo sido exibida em 20 de Fevereiro de 2006 no Canal-1:
http://mumemo.no.sapo.pt/reportagem.html

A fotografia de satélite do Google Maps daqui do Invinha, onde estamos:
http://invinha.notlong.com  
(só se vê floresta, mas algum zoom-out permitirá ver o distrito do Gurué à esquerda)

 

entrega de donativos a uma família de órfãosActualmente existem já bastantes opções de apadrinhamento de crianças através de organizações e associações, nacionais e internacionais.

Alternativamente, poderá optar por apadrinhar "directamente" uma criança ou família carenciada, sem passar por quaisquer organizações intermediárias, com funcionários, custos de funcionamento, pessoal, despesas de instalações, etc.

Nesse caso, existe um voluntário em Moçambique que se propõe mediar esse apadrinhamento pessoalmente, aplicando directamente e localmente os donativos monetários transferidos por si, que apadrinha a criança.

Para obter mais informações, sem qualquer compromisso, poderá preencher e enviar este formulário:

 

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